22 de fevereiro de 2010

O Bom e Velho Começo

Primeiramente, uma boa tarde, manhã, noite ou madrugada para todos...
Madrugada?! Meu Deus Gustavo! Quem vai parar para ler isso aqui de madrugada?!
Ah vai saber Nicolas! Eu sei que ninguém vai perder tanto tempo com a gente, mas tem pessoas que só entram de madrugada!
É verdade; bom, mas de qualquer forma alguém vai entrar aqui, seja a hora que for. “Boa qualquer coisa” pessoas que estão on-line, eu sou o Nicolas!
Então eu só posso ser o Gustavo Né! Mas agora que já cumprimentamos o pessoal, vamos ao que interessa: é... o que era mesmo Nico?
O blog Gustavo, o blog!
Ah sim o blog! Vamos começar falando sobre ele; mas primeiro acho que devemos explicar como essa história começou.

Verdade! Então antes de falarmos do começo do blog, vamos falar de onde viemos, como nos conhecemos e etc.? Né?!

Nicolas! Não fale com tanta naturalidade, as pessoas vão se assustar!

Aaah! Ta bom, deixa eu começar de novo: então pessoal, viemos aqui para falarmos sobre nossa amizade e falar do fundamento desse blog...

Oh! Que coisa mais bunitinha!

Mas já vai começar!!! Vamos logo ao que interessa Gustavo! Eu começo falando ou você?

Ué! O blog não é nosso? Acho que quem deve começar falando não sou eu ou você... que tal, nós dois?

Bem, vamos lá, vou começar falando do início da nossa amizade...

Vamos Nicolas, vamos. Tudo começou com uma bela manhã de sol! Pra dizer a verdade, foi em uma tarde e eu não lembro se realmente estava sol... Mas (antes que o Nicolas reclame) achei que assim ia ficar mais bonitinho! Hehe!

Enfim!! Estava eu olhando a lista dos alunos, no primeiro dia de aula, quando me viro para trás e esbarro num “ser” que está logo atrás de mim, olhando a mesma lista que eu. 
Após verificar novamente minha colocação na lista de classificados do curso de web design, dou mais uma olhada ao meu redor; até então, tudo normal: cerca de três ou quatro garotas conversando, um banco cheio de jovens desconhecidos, todos, presumo eu, com vergonha de sequer virarem seus rostos para o lado e mencionar um breve “olá” ou algo parecido; uma mulher negra de meia idade observando a tudo e a todos (como as inspetoras de aluno sempre costumam fazer) e do meu lado um garoto. Mais tarde viria a descobrir que seu nome era Nicolas.

Após pedir desculpas por tropeçar nele (o Gustavo), fui sentar no banco mais próximo para não precisar andar muito naquele local, onde todos pareciam estar olhando para mim. Então aquele mesmo garoto parou do meu lado com uma menina, que depois descobri que também faria o mesmo curso que eu, e começou a falar pra ela que logo, logo todos iriam se conhecer, e que ele estava super tranquilo. Pensei o seguinte: ele parece ser legal e vai fazer o mesmo curso que eu! Poderia fazer amizade. Mas como a vergonha era demais, enfim, preferi ficar ali... Só observando.

“Observar pessoas é algo muito legal; pode-se aprender muito com elas” de tão legal que era, fiquei ali, apenas conversando com alguém que já conhecia. Era meu primeiro dia de aula, mas não quis falar com ninguém, poderia fazer amizades depois. No momento queria apenas observar; e fiquei ali... Naquele marasmo. Quando digo marasmo, concluo que só quem já sentou alguns minutos no banco do Cenlep sabe a que estou me referindo. Para os que não sabem: já pensou em um lugar completamente neutro? Um lugar onde o que define tudo são as pessoas? O pátio do Cenlep é assim. Um chão de pisos próximos de um tom bege, alguns bancos, alguns vasos, apenas uma escada azul e um vazio no centro de tudo. Tudo isso, é claro, sob uma imensa claraboia. Uma branca, notável e imensa claraboia. O que faz o humor do Cenlep, são as pessoas e, naquele dia elas estavam quietas. E quieto eu fiquei... até tocar o sinal.

Tocou o sinal e eu subi, sala 10A. Sentei no fundo, na ultima carteira, perto da porta, para poder ter uma boa visão do pessoal e, caso houvesse algum imprevisto, eu poderia sair correndo dali. Não me lembro qual foram as aulas, acho que português e matemática, uma revisão básica. Enfim fiquei ali a tarde inteira e quando fui embora já não via a hora de chegar ao dia seguinte, para voltar aquele lugar cheio de pessoas diferentes, mas tão iguais.

E igual a muitos que estavam ali, decidi fazer novas amizades, em meu segundo dia de aula. A essa altura, já havia mais do que notado o Nicolas. Nicolas era um garoto moreno, magro com cerca de 15 anos, cabelos curtos pouco enrolados e parecia esconder um grande carisma em seu rosto e alguns mistérios por trás de seus olhos castanhos.

De cabelos castanho-escuros, alto, de barba ruiva e com um jeito engraçado de agir estava o Gustavo sentado na fileira da frente, no segundo dia de aula e eu, ainda pensando que seríamos grandes amigos. Um dos professores passou uma atividade em grupo, eu como estava no fundo fiz com alguns meninos até então desconhecidos, e o Gustavo com umas pessoas que hoje são nossas amigas. Novamente acabou-se o dia e novamente eu fui pra casa querendo ficar ali ainda, o lugar era muito interessante e as pessoas também. Voltando um pouco a história, quando eu estava sentado lá no fundo, selecionando aqueles que seriam meus futuros amigos durante os dez minutos de intervalo, uma menina (muito simpática por sinal), virou-se para mim e me deu um “oi” perguntando se estava tudo bem, essa menina que também seria uma grande amiga...

Quantos grandes amigos, óh! Até parecemos populares! Então, conversando com a mesma garota, expressei minha opinião em uma única frase: "Aquele garoto parece ser legal!”. A essa altura, mesmo sem termos ainda trocado uma palavra, eu já sabia muito sobre ele. Não sei ao certo como ficamos amigos. O fato é que ficamos e os dias foram passando...

Passando muito rápido por sinal! Após longas conversas (e caminhadas todos os dias para pegar o ônibus), fomos nos conhecendo, um foi sabendo mais sobre a vida do outro e o meu pensamento do primeiro dia de aula sobre o agora “Guga” foi se tornando concreto. Ta, não sei muito sobre a vida dele, também porque são 17 anos de historia e nas nossas extensas conversas não conseguimos contar um dia de nossas vidas por completo, mas já tenho a plena certeza de que esse “estranho” já é um dos amigos que eu mais confio...

E por confiar tanto um no outro é que estamos aqui... fazendo esse blog... Nossa!! Nicolas!!!

O que foi Gustavo?!

O blog! Falamos tanto da gente que eu acho que nos esquecemos dele.

Ai meu Deus! E agora?

Bom acho que agora é só retomar... Mas também acho que já escrevemos o suficiente por hoje não acha?

Sim, sim, se formos contar cada detalhe ao invés de um primeiro texto, vamos terminar fazendo um livro! 
Mesmo porque eu acho que teve gente que não aguentou nem ler isso até aqui Nico...

Acho que já deu para todos saberem um pouco de cada um;
então, aos que leram até aqui vamos nos despedindo e esperar que em breve todos retornem ao próximo post onde vamos falar...

Vamos falar porque resolvemos fazer este blog, após tantas conversas, risadas, brincadeira e tantos outros fatores, que nos tornou amigos.  

Pois é, AMIGOS!

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