17 de maio de 2010

Canção Medieval do Século XIII

Desculpe-nos pela ausência, mas essa abstinência um dia com certeza vai passar.
Você sabe do que eu estou falando. Simplesmente está tudo indo bem, como problemas surgindo todos os dias e você superando todos eles; e daí, quando você menos espera, um baque. Um ferida exposta no seu corpo recém cicatrizado volta a se abrir. O desespero toma conta do seu raciocínio. Você acorda numa manhã e diz: "Hoje não vou postar". E Postar, pode significar muitas coisas nesses termos. Daí passa um dia, dois, e você já nem lembra mais que um dia teve uma vida, social ou virtual ou não. Daí um dia tudo volta aos eixos e cá estamos nós outra vez para rabiscar escrever todas as outras coisas pelas quais vocês nos pagam para escrever; pois é, mas nem tudo são flores na vida de Josef, e aqui estamos. Só pra passar um tempo, vai um poema que eu gosto muito, escrito espontaneamente, com as primeiras coisas que vieram na cabeça, da qual nenhuma palavra jamais foi alterada desde a criação e que foi feito em dias melhores que ontem. 

Vem cá, vem ver o Sol
Ele Raiou hoje, pela manhãzinha
Mas você dormia e tornou o céu triste
Então vem ver o Sol, antes que ele se ponha

Corra o mundo afora, disponha
Venha ver o Sol, antes que ele se ponha.

Os ventos são traiçoieros
Não deixam a brisa tocar
Veja só o Sol, brilhando ao raiar.
Ande com o mundo, num passo infantil
Acompanhe o Sol e ele não irá se por pra você!

Corra o mundo afora, disponha
Venha ver o Sol, antes que ele se ponha.

Uma velha nunca soube,
o quanto deixou pra trás
Houvia passos a noite, quando sempre queria mais
Mas o mais era só sonho.
Reflexos Solares do Luar.

Corra o mundo afora, disponha
Venha ver o Sol, antes que ele se ponha.

Viva o Sol comigo
comendo o que tiver
As nuvens são passageiras,
mas te levam pra onde quiser.

Corra o mundo afora, disponha
Venha ver o Sol, antes que ele se ponha.

Beijos e piruetas,
G.